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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Opinião: Crown of Midnight (Throne of Glass #2) - Sarah J. Maas

"A line that should never be crossed is about to be breached.

It puts this entire castle in jeopardy—and the life of your friend."

From the throne of glass rules a king with a fist of iron and a soul as black as pitch. Assassin Celaena Sardothien won a brutal contest to become his Champion. Yet Celaena is far from loyal to the crown. She hides her secret vigilantly; she knows that the man she serves is bent on evil.

Keeping up the deadly charade becomes increasingly difficult when Celaena realizes she is not the only one seeking justice. As she tries to untangle the mysteries buried deep within the glass castle, her closest relationships suffer. It seems no one is above questioning her allegiances—not the Crown Prince Dorian; not Chaol, the Captain of the Guard; not even her best friend, Nehemia, a foreign princess with a rebel heart.

Then one terrible night, the secrets they have all been keeping lead to an unspeakable tragedy. As Celaena's world shatters, she will be forced to give up the very thing most precious to her and decide once and for all where her true loyalties lie... and whom she is ultimately willing to fight for.





O primeiro livro da saga Throne of Glass é um bom livro, deixa muita coisa em aberto e apresenta-nos as personagens e parte das suas histórias, no entanto achei que poderia ter sido um pouco melhor concretizado - houve partes muito previsíveis e outras que me deixaram um pouco desapontada.

Neste segundo livro temos tudo aquilo que faltava ao primeiro - mais emoção e perigo, a Celaena a ser tão awesome quanto dizem que ela é, um romance mais credível (my ship was sailing and then it sank) e muito mais dramático, revelações chocantes e emocionantes (apesar de algumas ainda serem previsíveis).

No fundo, fiquei a gostar muito mais das personagens - a Celaena finalmente mostra o seu lado badass e o seu lado real, depois deste livro deu para perceber as suas atitudes e a sua vida muito melhor; o Dorian também mostrou ser muito mais interessante (para ser sincera, não o achei grande coisa no primeiro livro e agora até gosto dele); o Chaol mostrou mais defeitos mas também fez coisas (boas, claro) que eu pensava que ele não iria fazer. A única personagem que, para mim, deixou um bocadinho a desejar foi a Nehemia, que eu pensava que seria uma personagem mais importante e que tivesse outro propósito do que aquele que ela teve (apesar de saber esse spoiler).

A história e o enredo melhoraram a olhos vistos. Mesmo tendo elementos bastante óbvios, esta história começa a tornar-se muito mais complexa, com muitas mais possibilidades e perigos. Também o mundo de Throne of Glass ficou muito mais pormenorizado e bem explicado depois deste segundo livro. Fiquei muito curiosa para ver não só o rumo que a história irá tomar, mas também para saber melhor como funciona este mundo e a magia dos Fae e das Wyrdmarks.

A escrita não é fantástica, mas pareceu-me um bocado mais sóbria neste segundo livro e sem tantos pensamentos dispersos.

Recomendo e espero poder continuar em breve!

My Rating: 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Opinião: Sonhos de Deuses e Monstros (#3) - Laini Taylor

(spoiler alert!)


Dois mundos estão à beira de uma guerra cruel. Através de um assombroso ardil, Karou assumiu o controlo da rebelião das quimeras e tem a intenção de as desviar do caminho da vingança extrema. O futuro depende dela.
Quando o brutal imperador serafim traz o seu exército para o mundo humano, Karou e Akiva estão finalmente juntos - se não no amor, ao menos numa aliança provisória contra um inimigo comum. É uma versão alterada do seu antigo sonho, mas ambos começam a ter esperança de que será possível forjar um destino alternativo para os seus povos e, talvez, para si próprios.
Porém, com ameaças ainda maiores a desenharem-se, serão Karou e Akiva fortes o suficiente para se erguerem entre anjos e demónios?

Das cavernas dos Kirin às ruas de Roma, humanos, quimeras e serafins lutam, amam e morrem num cenário épico que transcende o bem e o mal, nesta impressionante conclusão da trilogia bestseller Entre Mundos.



Eu não faço ideia como devo exprimir os meus sentimentos relativamente a este livro. As minhas emoções andaram o tempo todo aos pulinhos enquanto lia o livro, mas agora estou a entrar numa book hangover, porque acabou e foi demasiado para o meu coração e eu quero mais. Não me importava nada de saber o que vai acontecer na próxima "batalha", quero saber também o que vai acontecer entretanto e acompanhar estas personagens durante mais um bocadinho. 

No primeiro livro descobrimos um mundo novo e mágico, romântico e com milhões de possibilidades; no segundo livro vemos todos os lados da guerra, o sofrimento, a esperança e a falta dela, reviravoltas e mais reviravoltas. Neste último livro,  o passo lento dos anteriores mantém-se, enquanto caminhamos para uma conclusão inesperada. Para algumas pessoas o facto de a narração demorar o seu tempo até atingir momentos de maior clímax pode ser algo mau, já que nem toda a gente acha piada a livros lentos (para além disso, nem todos os autores conseguem escrever um livro bom e lento). Para mim, esta lentidão deu mais profundidade à história, deu mais espaço às personagens para crescer e deu para as conhecer melhor. E estas personagens são fantásticas. Adoro a Karou e o Akiva e sempre torci por eles, mas acho que quem brilha, aqui, são as personagens secundárias. A Zuze é uma personagem fantástica, forte e alegre; a Liraz é uma força da natureza e adorei vê-a a baixar as suas protecções com alguém - se no início não gostava dela, agora é completamente ao contrário; o Ziri demonstrou uma grande evolução, uma maturidade inesperada, mas sem deixar de ser o doce Ziri (ele deixou-me a chorar e a rir e é definitivamente a minha personagem favorita neste livro); até a Eliza foi uma surpresa, nunca pensei que o seu papel viesse a ser tão importante.

Quanto à história em si, não posso dizer que fosse previsível. Foi uma conclusão diferente da que esperava, mas isso não foi mau de todo. Ainda bem que estas personagens tiveram direito a um "final feliz" apesar de não ser um final mesmo e apesar de a felicidade poder não ser duradoura. 

A Laini Taylor tem uma qualidade que eu encontrei em poucos escritores - não nos mostram apenas as palavra, mostram-nos obras de arte na forma de uma história e personagens quase reais. A escrita desta autora é, sem dúvida, das minhas favoritas (e resultou incrivelmente bem em português), misturando uma prosa em parte poética, mas também engraçada e subtil, que mesmo quando não se está a passar muita coisa, parece que está a acontecer um turbilhão de coisas ao mesmo tempo. Outro aspecto que adorei foi o facto de o livro deixar o leitor constantemente à espera do pior, mas ao mesmo tempo com esperança que todos eles acabem felizes e concretizados e que sobrevivam. Também admiro o facto de haver pormenores ao longo da história que acabam por ter um papel muito importante na conclusão da trilogia.

Só posso dizer uma coisa: adorei esta trilogia, recomendo e espero poder ler mais livros da autora em breve.

My Rating: ★★★★★★★★★★

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Book Tag: Help me!!

O objetivo desta tag é escolher uma personagem para me ajudar nas situações abaixo descritas. Achei piada à ideia e como a maior parte das tags que faço é mais sobre os livros do que sobre as personagens, decidi variar um bocadinho. Vamos a isso! (Vista aqui)



1. You have a test tomorrow, but instead of studying you’ve been reading. Which fictional character do you call to help you cram for this test?

I have no idea... A sério, isto é muito difícil porque eu não tenho nenhuma personagem que perceba muito de várias matérias, por isso dependia do que estava a estudar. Mas se fosse algo relacionado com história, pedia ajuda ao Nick O'Flaherty, porque ele é um enciclopédia andante. 

2. Payday is still 2 weeks away, but you are broke. Which rich character do you ask for money to help you out?

Não tenho assim tantas personagens, das que gosto mais, que sejam ricas, mas uma é óbvia - o Vlad Tepesh tem dinheiro para dar e vender, por isso acho que era a ele que recorreria. 

3. There is a burglar in your house, which character to you call to help you beat up the burglar?

Para variar um bocadinho, escolhia a Vin, que dava cabo dele e de mais 50, sem qualquer esforço, 'cause she's a badass.

4. There is a spider/snake/something else that really scares you in your house. Which character do you call to get rid of it for you?

Até podia chamar o Alec, mas isso não ia correr bem, visto que ele também tem medo de aranhas, por isso, continuando na família Lightwood, chamava o Gideon para me ajudar. 

5. You’ve had a really bad week, which character do you call to cheer you up?

O Rusty, por várias razões, mas principalmente porque ele é um fofo e é muito divertido e tenho a certeza que ele conseguia pôr-me a rir sem grandes dificuldades.  

6. There is a zombie apocalypse going on, which character can totally handle him/herself in this apocalypse? Pick the character that would give you the highest survival chances.

Eu escolheria o Magnus Bane, por um lado porque poderes os seus de warlock eram capazes de dar jeito, não é verdade? Mas também era uma boa companhia e podia arranjar-me café com um estalar de dedos, mesmo no meio do apocalipse. 

7. Your house caught on fire, you need a place to stay. Which character’s house do you want to stay in?

Não me importava nada de ficar na casa da Karou, já que entretanto podia ir dar uma voltinha por Praga e ver as vistas. 

8. Because your house caught on fire, you obviously don’t have any clothes. Which character do you want to borrow clothes from?

Tenho de escolher a Lisbeth Salander, principalmente no primeiro livro da saga Millenium (e no filme também) porque tem mesmo o tipo de roupa que eu adorava ter. Se bem que também gostava muito de ter as t-shirts do Ty Grady.

9. You’ve been wrongly accused of something, which character can weasel him/herself out of any bad situation and can certainly help you get out of this pickle.

Posso escolher vários? A Sidewinder Team e o Zane estão sempre a envolver-se neste tipo de situações (desde que não envolva nada de sobrenatural, se faz favor) logo também sabem como se safar delas, o que seria uma grande ajuda.

10. You just broke up with your boyfriend/girlfriend, which character do you call to be your rebound.

Whaaat como é que é suposto escolher? Eu gostaria de dizer Will Herondale, mas ele não seria o "rebound", isso seria um insulto à awesomeness dele, assim como a outra personagem qualquer que eu escolhesse, por isso prefiro não responder a esta. 

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Manga: Gangsta (Ongoing)


In the city of Ergastulum, a shady ville filled with made men and petty thieves, whores on the make and cops on the take, there are some deeds too dirty for even its jaded inhabitants to touch. Enter the "Handymen," Nic and Worick, who take care of the jobs no one else will handle. Until the day when a cop they know on the force requests their help in taking down a new gang muscling in on the territory of a top Mafia family. It seems like business (and mayhem) as usual, but the Handymen are about to find that this job is a lot more than they bargained for.


É mais difícil falar desta manga do que vocês possam pensar, assim como é mais fácil falar de algo que não gostamos do que de algo que adoramos.

Vou começar por dizer que não estava nada à espera que fosse tão boa, nem que fosse tão dolorosa de ler. Quando acabei eu estava mais ou menos assim:

 




Isto porquê? Principalmente porque nos primeiros 10 capítulos não acontece nada de chocante ou triste. Depois começamos por saber a história do Nic e do Worick e depois ainda temos este último arc que é muito muito mau para corações sensíveis (por exemplo: o meu). Isto não é mau. Bem pelo contrário: uma história que mexe assim com os sentimentos dos leitores não é comum e esta de comum não tem nada, de boa tem muito.

Primeiro temos o conceito dos Twilights, que me deixou imediatamente interessada. É algo original, passa-se num universo alternativo, numa cidade onde a violência e a criminalidade são coisas comuns. Logo aqui a manga tem potencial suficiente para interessar o leitor. É pouco depois que começamos a conhecer as personagens - primeiro as principais, o Nic, o Worick e a Alex, mais tarde outras igualmente cativantes, o Doug, o Delico, o Marco, a Loretta, o Gal, etc etc. O Nic é simplesmente fantástico, awesome, misterioso e sem dúvida (na minha opinião) uma das melhores personagens alguma vez criadas (no kidding). O Worick, o mulherengo, tem uma personalidade muito mais extrovertida, mas não deixa de ter o seu mistério - ainda não consegui perceber bem os seus sentimentos relativamente a algumas pessoas e a vários acontecimentos; escusado será dizer que também o adoro. A Alex é uma personagem interessante e adoro o facto de ela não ficar sempre quieta à espera que a salvem (apesar de ser isso que acaba por acontecer), tentando ajudar o mais possível. As personagens secundárias são tão interessantes quanto as principais e gostava de saber mais sobre as suas vidas (já há a história do Marco Adriano, agora resta saber se nos vão mostrar mais das outras personagens).


Para concluir, a arte é diferente daquela a que estou habituada, o que, neste caso, é uma coisa boa. Às vezes tentam inventar e não sai bem, contudo no caso de gangsta achei que resulta muito bem, retratando as personagens e a cidade de Ergastulum de uma forma única, original e que não deixa de ser muito bonita. 

Como tem apenas 37 capítulos, ainda há muito para explorar e muitas questões que precisam de ser respondidas, não só acerca do que aconteceu como do que vai acontecer. O facto de sair muito irregularmente não me vai desmotivar, pois se melhorou tanto e agora está assim, só posso imaginar o quão boa poderá ficar. Can't wait. 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Opinião: Eu Dou-te o Sol - Jandy Nelson



Jude e o seu irmão gémeo Noah são inseparáveis. Aos 13 anos, Noah é um jovem tímido e solitário que adora desenhar. Jude, pelo contrário, é extrovertida, tagarela e sociável. Três anos mais tarde, tudo se altera. Jude e Noah mal falam um com o outro. Um trágico acontecimento afetou os gémeos de forma dramática… Até que Jude conhece Guillermo Garcia na Escola das Artes, um escultor ousado e bem-parecido que vai ter um papel determinante na vida dos irmãos. O que os gémeos não sabem é que cada um deles conhece somente metade da história das suas vidas e, se conseguirem reaproximar-se, terão a oportunidade de reconstruir o seu mundo.


(Cuidado com os spoilers!!!)

Aqui há um mês olhei para este livro e perguntei-me porque é que ele não estava na minha tbr quando tem uma capa tão linda. Por isso, arranjei uma sample e li as primeiras páginas. Escusado será dizer que as páginas que li só ajudaram, porque passado pouco tempo descobri que havia em português e comprei-o logo.

Não podia estar mais contente com esta compra, porque adorei este livro do fundo do meu coração.

Em Eu Dou-te o Sol acompanhamos a vida dos irmãos gémeos, Jude e Noah: o Noah narra a história quando ambos tinham 13-14 anos enquanto a Jude narra os acontecimentos presentes, aos 16 anos. A escrita que acompanha esta história foi o que me conquistou primeiro - é uma escrita linda, muito artística e figurativa, mas não em demasia, ou seja, continuamos a perceber perfeitamente como são as coisas na realidade e o que é que o Noah e a Jude querem dizer quando começam a dizer coisas malucas e sem sentido aparente. Para além disso, a escrita também transmite muito bem as suas personalidades, que por vezes parecem muito parecidos e noutras vezes parecem completos opostos.

A história não é nada de espectacular; é, até, algo previsível, apesar de ter pontos originais e engraçados que me fizeram esquecer um pouco a previsibilidade. O que eu gosto bastante neste livro é como as vidas das personagens estão todas interligadas e emaranhadas.

E, agora, o melhor deste livro: as personagens. Começamos por conhecer o Noah, um rapaz que, aos 13 anos, já é um pintor genial, quer no papel quer na sua mente, onde guarda um museu invisível com imagens e mais imagens que "pinta" nos seus pensamentos. Foi ele quem esteve mais próximo de ser a minha personagem favorita neste livro (eu gosto de todas por isso é realmente muito difícil escolher) - adorei a sua diferença, o facto de ele preferir ser diferente, original e ele mesmo em vez de pôr "retardante de chamas" e ser normal; adorei a sua luta interior, os seus erros e os seus defeitos. Também adorei a sua relação com a irmã e também a que teve com o Brian.

Quando passamos para a parte em que os gémeos têm 16 anos parece estar tudo ao contrário: a Jude é a esquisita, o Noah o normal, o Brian desapareceu e a mãe deles está morta. Gostei muito mais da Jude aos 16 anos do que aos 13, mas é a Jude que aparece no final do livro que eu gosto mesmo - forte, decidida, uma Jude que se "soltou da pedra" e que engloba todas as outras de modo a que seja o mais "ela própria" possível.

Quanto às personagens secundárias: o Oscore é uma personagem super estranha, caótica e interessante e gostava de ter visto um pouco mais dele; o Guillermo "é o tipo de homem que quando entra numa sala as paredes caem", um escultor incrível que vive com a dor da perda, um homem feroz, mas que mostra ser muito mais que isso, mostra ter tanta emoção e tanta complexidade apesar do seu aspecto assustador e adorei-o por isso; os pais do Noah e da Jude também são muito interessantes, com os seus defeitos, mas também com as suas inúmeras qualidades, mostram que as pessoas nunca são tão perfeitas quanto pensamos e que isso nem sempre importa (ninguém é perfeito, não é?); gostava que o Brian também tivesse aparecido mais, todavia nas ocasiões em que apareceu, fiquei sempre muito contente, não só pela sua relação com o Noah, mas também porque tem uma personalidade única, apesar de por vezes parecer "normal".

Tal como as personagens, este livro tem as suas qualidades e defeitos, mas neste caso, até gostei da maioria dos defeitos. O que posso dizer? Não é possível escolher que livros vamos ou não gostar, mesmo que tenhamos consciência de que não são perfeitos.

Vou certamente reler este livro e recordar estas personagens e as suas histórias durante muito tempo. Se gostam de romance contemporâneo, nomeadamente young adult, têm mesmo mesmo de ler este livro.

My Rating: 10/10

domingo, 26 de julho de 2015

Book Tag! The Character Book Tag

Eu já pensei várias vezes em fazer um top de personagens, mas a verdade é que eu não consigo escolher um número muito pequeno de personagens e dizer que gosto mais daquelas do que outras. Por isso, esta tag é uma boa maneira de falar das personagens em geral, sem ter de me restringir às do costume. (Vista aqui)



1. Who is the best kick-ass character?

O Kelsier e a Vin da saga Mistborn são duas das personagens mais kickass de sempre (eles são uma das razões pela qual O Império Final e a saga Mistborn é tão perfeita).

2. Which character do you most dislike?

A Umbridge é sempre a escolha segura, se bem que agora existe o ArquiGovernador no Alvorada Vermelha, que foi a mais recente adição à lista de personagens que não suporto. 

3. If you could date any fictional character who would it be and why?

Esta é sempre difícil... mas se querem que eu seja mais específica do que a minha lista de "Crushes" ficcionais ali ao lado, diria ou o Will Herondale, ou o Rusty Montgomery ou o Aiden St. Delphi.

4. If you could change a character in any way what would it be?

Posso mudar o facto de uma personagem estar morta? 'Cause that would be great. 

5. What character to you made all the wrong choices that didn't add anything to the book?

Isto é um bocado difícil, porque infelizmente há muita personagem a fazer escolhas que não cabem na cabeça de ninguém. A Nora (Hush Hush) e a Sookie (Sangue Fresco) são apenas dois exemplos deste tipo de personagem. 

6. Which character was the best villain whom you love to hate?

A parte do "hate" não se aplica porque por muito evil que o The Darkling seja ele não deixa de ser o meu vilão e personagem favorita de todos os tempos (so far) and I love him~. 

7. Favorite side-kick character with the most heart?

Dos livros que li mais recentemente adorei a Zuzana no Dias de Sangue e Glória. De sempre, é muito difícil escolher, mas sempre gostei muito muito do Janco e do Ari do Poison Study.  

8. What is your favorite fictional romantic relationship?

Malec, Sean Kendrick & Puck Connolly, Shari & Khalid, Ty & Zane, entre outros OTP's (sim, que eu tenho muuuuitos).

9. What character did you think was the strongest?

A Katsa - ela é uma das heroínas mais fortes de sempre, quer fisicamente quer emocionalmente, e eu gostei dela desde a primeira página do Graceling.

10. Best protagonist?

Há muitos que se enquadram nesta categoria, quer por fazerem melhores escolhas que o protagonista usual, quer por terem uma forma de pensar diferente, etc etc etc. Mas se houve algum livro que eu li (e adorei) praticamente só porque a protagonista era espectacular, foi a saga Millenium - a Lisbeth Salander é uma das personagens mais complexa e mais bem construída de todos os livros que já li. 

terça-feira, 30 de junho de 2015

Top 5 de personagens que quero afogar (Muahahah!)

Um dos elementos mais importantes dos livros (para mim e provavelmente toda a gente) são as personagens. Se as personagens forem boas, normalmente gosto do livro (há as excepções, claro) mesmo que seja só um bocadinho. Mas, se as personagens forem irritantes, é raro o livro que eu gosto. Por isso decidi fazer esta tag para mostrar alguns desses casos. (Vista aqui)


Possíveis Spoilers

Eu podia incluir nesta lista 90% dos elfos negros da Trilogia do Elfo Negro ou então todas as personagens de The Boy Who Sneaks In My Bedroom Window. Todavia isso parece-me um bocado inútil, visto que num é suposto não gostarmos dessas personagens e noutro eu simplesmente tenho um ódio ao livro e às personagens, por isso ia ser um hate fest e duvido que queiram saber quantos defeitos é que consigo enumerar em apenas 100 linhas. 

Este top não tem ordem, porque sinceramente, quero afogar todas estas personagens com o mesmo nível de avidez. 

1. Bill Compton - Sangue Fresco

No primeiro livro ainda conseguia aceitar o Bill, no entanto, à medida que fui lendo os livros, ele deixava-me cada vez mais irritada - quer fosse pelas suas acções, quer pelo que saía daquela boca. Ou então por aqueles pormenores que aconteceram no Clube de Sangue. Não sei. Só sei que me apeteceu afogá-lo (ou, mais concretamente, espetar-lhe uma estaca de madeira no peito e mandá-lo para a fogueira, porque afogar um vampiro é impossível). 

2. Dolores Umbridge - Harry Potter

Quem nunca quis afogar esta odiada professora da saga Harry Potter? É só o "ser humano" mais intragável e cruel e mesquinho de sempre. 

3. Mortmain - Infernal Devices

Eu normalmente não quero afogar vilões, já que mesmo quando os odeio eles acabam mortos e quando gosto deles eles acabam mortos. Well. 
Mas com o Mortmain eu não consegui encontrar uma única razão para gostar dele. Mesmo quando não sabíamos que ele era evil não gostava dele, quanto mais depois. Fiquei contente com a maneira como ele acabou, mas isso não me impede de querer afogá-lo. Mesmo depois de ele ter sido esturricado por fogo celestial.

4. Holden - The Catcher in the Rye

Não me crucifiquem já, deixem-me pelo menos defender o meu ponto de vista: não gostei do modo como ele narrava as coisas; não gostava da maneira como o livro estava escrito (ou como o Holden falava); achei-o, como personagem, extremamente aborrecido; não consegui compreender mais de metade dos pontos de vista dele. Tendo em conta tudo isto, será de esperar que me tenha dado vontade de atirar o livro pela janela, enquanto lia The Catcher in the Rye, ou de, neste caso, afogar o Holden. Talvez este não seja o que mais me irritou, mas...

5. Dani O’Malley - Fever Series

Eu adoro o mundo da saga Fever, mas com a Dani a narrar... epah, não. Não gostei mesmo nada da narração dela. O que é que isto quer dizer? Que naqueles momentos piores que o normal (e o normal do Iced não é bom) me dava muita vontade de a afogar. Ou então atirar o livro pela janela e bater com a cabeça na parede para ver se o meu cérebro voltava à vida. 

PS: Se ofendi a personagem favorita de alguém, peço desde já desculpa, apesar de não estar arrependida por as querer afogar. *shrugs*