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sábado, 23 de maio de 2015

End of Days (Penryn & the End of Days #3) - Susan Ee

After a daring escape from the angels, Penryn and Raffe are on the run. They’re both desperate to find a doctor who can reverse the twisted changes inflicted by the angels on Raffe and Penryn’s sister. As they set off in search of answers, a startling revelation about Raffe’s past unleashes dark forces that threaten them all.

When the angels release an apocalyptic nightmare onto humans, both sides are set on a path toward war. As unlikely alliances form and strategies shift, who will emerge victorious? Forced to pick sides in the fight for control of the earthly realm, Raffe and Penryn must choose: Their own kind, or each other?



Antes de começarem a aparecer opiniões relativamente a este livro, eu estava, ao mesmo tempo, muito entusiasmada e muito reticente: a primeira porque não tinha de esperar tanto para concluir esta saga e a segunda porque não sabia como é que a autora conseguiria resumir material para 3 livros em apenas 1. E estamos a falar de um livro com 300+ páginas e não de um com 800+ páginas. 

E a verdade é que aconteceu aquilo que eu receava. Houve coisas que foram mal explicadas, outras que não foram explicadas de todo e também houve partes que mereciam ser mais desenvolvidas. Fiquei com a sensação que, em vez das semanas que passaram no decorrer do livro, deviam ter passado meses, para que a história estivesse "no ponto", para o final que teve. 

Embora o livro tenha todos estes problemas, não é uma má leitura. Bem pelo contrário. Se eu não tivesse o meu cérebro a berrar comigo que o livro está cheio de defeitos, provavelmente não teria quaisquer dúvidas e teria dito logo que o livro era perfeito e dado 10 estrelas de 10. Porque, apesar de um começo um pouco descontextualizado, rapidamente voltei a ver as personagens das quais tanto gostava e a ter aquela expectativa e entusiasmo para descobrir como a sua história ia acabar. A Penryn continua a ser uma das melhores heroínas de sempre, com a sua garra e a "sua" espada como únicas armas. O Raffe sempre me deixou intrigada, não só pela sua atitude contraditória (que é compreensível, tendo em conta que estava a ajudar e a ser ajudado pelo inimigo) como pela forma como deixava transparecer pedaços da sua verdadeira personalidade, nos momentos mais inesperados. A relação entre ambos é que acho que deveria (tal como a história em si) ter sido melhor construída, principalmente, porque no segundo livro quase não há evolução nenhuma e depois, assim sem mais nem menos, neste livro começam a haver faíscas e mais faíscas.  

Apesar do meu coração me dizer para dar 10/10, não posso fazê-lo, porque sei que ficaria muito mais contente se tivesse os outros 2 livros que autora tinha prometido, apesar de não deixar de gostar deste final. 

My Rating: 8,7/10 

PS: será só a mim que os gémeos Dee e Dum fazem lembrar o Fred e o George? Hmmm...

domingo, 19 de abril de 2015

Fish & Chips e Divide & Conquer (3# & 4#) - Abigail Roux & Madeleine Urban




(Spoilers)

Bem, é tempo de fazer uma pausa - e um ponto de situação. Já acabei o quarto livro da saga Cut & Run e, se antes não estava viciada, estou agora. 

Fish & Chips 

Este foi um dos meus favoritos até agora, com uma combinação quase perfeita de mistério, momentos cómicos, românticos e intensos. Algumas das novas personagens foram surpreendentes, apesar de não terem sido muito desenvolvidas. 

Neste livro tenho de admitir que gostei mais do Ty do que do Zane - principalmente na parte em que o Ty quase afoga o Zane na piscina (por motivos válidos, claro).  

O final também me deixou contente, mesmo que não tenha sido perfeito. E como queria ver no que a relação entre o Ty e o Zane ia dar, continuei a ler. 

My Rating: 9/10 

Divide & Conquer

Começando pelas partes menos boas - o mistério e a parte "policial" neste livro foram muito fraquinhas e atabalhoadas. Devem ter ocupado menos de 10% do livro e nem sequer eram partes muito interessantes. 

Ao contrário do que aconteceu no Fish & Chips, neste livro gostei mais do Zane. Quando falo em gostar mais refiro-me ao facto de ele ter evoluído mais e de que os POV's dele foram mais interessantes em geral (não que os do Ty não tenham sido, mas...). Aquela cena no jogo de softball, foi tão fofa e cómica e inesperada; foi provavelmente uma das minhas partes favoritas do livro. 

Adorei o facto de ter aparecido a Recon Team do Ty, apesar de achar que 'apareceram' um pouco à balda - contribuiram para a história, sim, mas foi uma parte um pouco estranha porque depois foram-se embora alguns capítulos a seguir e pronto - quanto muito, a aparição deles neste livro serviu como uma introdução ao papel deles mais tarde. Mas isso só poderei descobrir quando ler os próximos livros. 

Em geral este livro foi um grande murro para as minhas emoções e para qualquer outro leitor. Mesmo assim estava perfeitamente contente comigo mesma na última página deste livro - pensava realmente que ia fazer uma pausa não forçada na saga - até que aparecem as últimas 3 linhas... Mas que raio foi aquilo? Ty, why did you do that? Ugh. Eu. não. consigo. compreender. Claro que houve "pistas" ao longo dos últimos capítulos, mostrando-nos que algo não estava bem, mas, WHY? Ainda por cima depois daquele último capítulo todo... Epah. Ugh. UGH. 

Estou realmente chateada com aquele final e ,mesmo querendo devorar o próximo livro, consegui começar a ler um livro que não faz parte desta saga. Se continuasse a ler isto acho que acabava com um esgotamento nervoso, por isso "it's for the best". 

My Rating: 8,5/10 

sábado, 4 de abril de 2015

Clube de Sangue (Sangue Fresco 3#) - Charlaine Harris

Há apenas um vampiro com a qual Sookie Stackhouse está envolvida, pelo menos de forma voluntária, e esse vampiro é Bill. Mas recentemente, ele tem estado um pouco distante. E noutro Estado. Eric, o seu chefe sinistro e sensual, julga saber onde encontrá-lo e, quando dá por isso, Sookie está a caminho de Jackson, no Mississippi, para se infiltrar no submundo do Clube de Sangue. Este clube é um local perigoso onde a sociedade vampírica se reúne para descontrair e beber um copo de O positivo. Mas quando Sookie finalmente descobre Bill - apanhado num acto de traição séria - ela não tem a certeza se o quer salvar... ou afiar estacas.


A minha opinião acerca da saga Sangue Fresco em geral continua a mesma: estes livros são praticamente uma novela com vampiros. Não sou grande fã de novelas, mas há sempre aquelas que parecem quebrar essa regra.

Este livro é, sem dúvida, melhor que os outros dois. Tenho mais razões para gostar da Sookie, mais razões para não gostar do Bill e ainda mais razões para gostar muito do Eric - he's awesome, admit it. Para além disso, ficamos a conhecer o Alcide (esse nome, tho) - eu até gosto dele e espero que ele apareça ainda mais vezes do que já apareceu. O Bubba também é super engraçado e, para ser sincera, fico muito contente por ele aparecer mais neste livro do que eu estava à espera. 

Quanto à história, a deste livro continua a ser boa, talvez um pouco melhor do que as dos outros dois livros. Apesar das minhas 'ships', o final foi muito engraçado e fico feliz por a Sookie estar finalmente a ganhar alguma fibra. 

Tendo em conta isto acho que esta saga está a melhorar a olhos vistos e fico contente por já ter disponíveis os próximos livros. 

My Rating: 7,5/10



sábado, 17 de janeiro de 2015

Vampires, Scones and Edmund Herondale - The Bane Chronicles 3#

Esta é a melhor até agora, sem dúvida. Adorei saber como o Magnus conhece a Camille e como começa a relacionar-se com os Shadowhunters - nomeadamente com os Herondale's.



Aqui já começamos a ver mais ligações aos livros dos The Infernal Devices e por consequência com os The Mortal Instruments - não só pelo Edmund Herondale, como pelo Ralf Scott e pela Camille, que são muito importantes para se perceber a história que nos é apresentada nos outros livros.

E o Edmund:

“I shall never eat duck again. I cannot believe I used to like duck. The duck betrayed me.” Ele é sem dúvida um Herondale, ahahah.

My Rating: 10/10