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sábado, 12 de março de 2016

Opinião: The Lightning Thief (Percy Jackson #1) - Rick Riordan

Percy Jackson is a good kid, but he can't seem to focus on his schoolwork or control his temper. And lately, being away at boarding school is only getting worse—Percy could have sworn his pre-algebra teacher turned into a monster and tried to kill him. When Percy's mom finds out, she knows it's time that he knew the truth about where he came from, and that he go to the one place he'll be safe. She sends Percy to Camp Half Blood, a summer camp for demigods (on Long Island), where he learns that the father he never knew is Poseidon, God of the Sea. Soon a mystery unfolds and together with his friends—one a satyr and the other the demigod daughter of Athena—Percy sets out on a quest across the United States to reach the gates of the Underworld (located in a recording studio in Hollywood) and prevent a catastrophic war between the gods.


Color me surprised! Ainda bem que dei uma oportunidade a este livro - a hype desta vez até estava correta.

Bem, este livro tem tudo para ser um sucesso - mitologia grega, personagens cativantes, originais e engraçadas e uma carrada enorme de acção.

Gosto bastante da ideia dos deuses gregos e outras criaturas mitológicas num mundo moderno e normalmente adoro os livros que se aventuram neste tema - para além deste só li mais uma saga e um livro com este tema -, mas o The Lightning Thief tem uma coisa que nenhum dos outros mostrou - uma carrada de cultura geral sobre mitologia, onde os mitos são-nos contados de uma forma muito cativante e normalmente com um fundo de comédia, porque estamos em tempos modernos e algumas coisas são vistas de outro ponto de vista.

A história não é fantasticamente original, mas é cativante e deixa-me curiosa para ver como as personagens vão superar alguns dos obstáculos futuros.

Adoro o Percy. A sério, ele é provavelmente um dos meus protagonistas favoritos - adoro o facto de ele ser irrequieto e instintivo, mas conseguir também controlar-se e ponderar algumas situações e por vezes ter medo, mas ser muito badass na mesma! Também adorei as personagens secundárias, não só a Annabeth e o Grover, mas também alguns dos deuses, o Chiron e até o Charon.

Fico bastante curiosa em relação aos próximos livros e em relação à saga spin-off, mas enquanto não ler mais livros da saga acho que vou deixar o rating pelas 8 estrelas de 10, depois se estiverem à altura ou subo para 9 ou 10.

My Rating: ★★★★★★★★

domingo, 27 de dezembro de 2015

Opinião: Magic Bites (Kate Daniels #1) - Ilona Andrews

Atlanta would be a nice place to live, if it weren’t for magic… 

One moment magic dominates, and cars stall and guns fail. The next, technology takes over and the defensive spells no longer protect your house from monsters. Here skyscrapers topple under onslaught of magic; werebears and werehyenas prowl through the ruined streets; and the Masters of the Dead, necromancers driven by their thirst of knowledge and wealth, pilot blood-crazed vampires with their minds. 

In this world lives Kate Daniels. Kate likes her sword a little too much and has a hard time controlling her mouth. The magic in her blood makes her a target, and she spent most of her life hiding in plain sight. 

But when Kate’s guardian is murdered, she must choose to do nothing and remain safe or to pursue his preternatural killer. Hiding is easy, but the right choice is rarely easy…


Gosto bastante de urban fantasy em geral, especialmente se forem cheios de ação, boas personagens e que tenham o seu próprio cunho no género. Este é o caso dos livros de Night Huntress (e Night Prince) e também dos livros da Mercy Thompson. Não tanto o caso do Sangue Fresco, não por não serem originais... apenas os acho um pouco aborrecidos e não gosto muito das personagens.

Fico bastante contente em dizer que, por enquanto, este primeiro livro da saga Kate Daniels se enquadra na primeira categoria. E aqui estão as razões:

- O mundo é original e o comportamento da magia é muito peculiar. Gosto da maneira como a autora explora indiretamente estes aspectos, falando por vezes diretamente deles e por vezes mostrando apenas como as personagens lidam com algumas coisas. Adoro o efeito interruptor da magia e a variedade de criaturas paranormais deste mundo.

-  Ação é o que não falta neste livro. Para um livro com menos de 300 páginas, está surpreendentemente cheio de cenas de cortar a respiração, de batalhas muito bem descritas, sem serem demasiado cheias de detalhes e de casos de vida e de morte, em que a Kate consegue sempre dar a volta por cima, das maneiras mais inesperadas.

- As personagens podem não ser as melhores de sempre, mas gostei bastante delas - a Kate é uma excelente protagonista que me faz lembrar muito a protagonista de Night Huntress mas também tem o bom senso da Mercy Thompson, o que são pontos a seu favor. Também acho bem que os autores tenham dado vislumbres do poder da Kate sem nunca dar a entender de forma muito óbvia de onde estes poderes provêm, mantendo uma grande parte do mistério na saga. O Curran é um interesse amoroso interessante, o normal macho alfa que tem um bom coração. O que achei interessante nele é que, no mesmo livro, mostrou ambos estes aspectos da sua personalidade e apesar de não ser a personagem mais original de sempre (tal como a Kate) não deixa de ser interessante e penso que com o desenvolver da história tanto ele como a Kate vão começar a distinguir-se mais e mais das outras personagens de urban fantasy.

Este é, então, um livro muito bom e uma saga que me deixou curiosa e de novo interessada neste género.

My Rating: ★★★★★★★★

domingo, 7 de dezembro de 2014

As surpresas do ano - livros subestimados.

O ano está quase a chegar ao fim e eu já cheguei a mais de 100 livros lidos. Por isso acho que é mais que merecido eu dedicar estes últimos dias a fazer um wrap up do ano. E para celebrar o maior número de livros que consegui ler num ano (já vai quase no dobro do ano passado) vamos começar com algo bom - as surpresas do ano, os livros que foram subestimados pela crítica ou por mim.

1. The Coldest Girl in Coldtown - Holly Black 

Eu estava só parcialmente entusiasmada com o livro. O entusiasmo primeiro veio do facto das ilustrações que a Cassandra Jean fez do livro serem espetaculares. No entanto, depois fui ver reviews e houve muitas que diziam que o livro não passava de uma leitura boa. Este livro, apesar de ter uma passada tão lenta como diziam, tornou-se uma das minhas leituras favoritas do ano.

2. A Última Feiticeira - Sandra Carvalho

Este livro foi tão subestimado por mim... ~le sigh~ Ficou sentado na minha estante durante quase 4 anos até eu finalmente lê-lo. E surpresa, surpresa, foi uma leitura de fantasia muito boa que prova a qualidade da literatura portuguesa neste género.

3. Half-Blood e o resto da Covenant Series - Jennifer L. Armentrout

Comecei a ler este livro um pouco às três pancadas: não me apetecia ler nada de nenhum género e peguei nuns quantos que já tinha à minha espera há algum tempo e algo me levou a ler este. Não me arrependo de maneira nenhuma. Devorei os livros todos de seguida e apaixonei-me pelas personagens e a história. Ainda por cima é sobre mitologia grega. Perfection.

4. The Raven Boys - Maggie Stiefvater

Por esta altura já tinha lido as Scorpio Races e tinha amado, mas não tinha grandes expectativas acerca deste livro - não sou, na verdade, grande fã de fantasmas e videntes e tudo o mais. Mas quem senão a Maggie para me fazer gostar de fantasmas? E foi assim que Raven Cycle foi direitinho aos favoritos.

5. Maybe Someday - Colleen Hoover 

Nunca tinha lido nada da Colleen Hoover. E devo dizer que chorei. E desesperei muito. E chorei mais um bocado. Não estava à espera.



6.  The Edge of Never - J. A. Redmerski

Same. Chorei, desesperei e pronto, foi para os favoritos.



7. 13 Reasons Why - Jay Asher

Mais uma vez estava à espera de um livro bom e depois BAM! feels.


(do u see the pattern here? feels and tears) 

8.  Mercy Thompson series - Patricia Briggs

Estou completamente viciada nesta saga e eu nem sequer gosto particularmente de lobisomens. Claro, depois aparece o Adam para ser a grande excepção à regra.


E ficamos por aqui. Todos estes livros foram ou boas ou muito boas leituras. E houve mais! Só que muitos eu já sabia o que me esperava e não fui desiludida nem surpreendida - fui blown away tal como esperava ser.